• Da redação

Café Filosófico CPFL de agosto discute as famílias em suas configurações contemporâneas


Nas múltiplas configurações das famílias na contemporaneidade é relevante a consciência do papel e responsabilidades exercidos em relações permeadas por intenso desequilíbrio de gênero. Afastar conceitos vistos como naturais exige questionamento dos padrões atuais em uma sociedade na qual a mulher é vista como cuidadora e o homem, como provedor, afirma a juíza Maria Aglaé Tedesco Vilardo (foto), curadora do módulo de agosto do Café Filosófico CPFL sobre “As famílias em suas configurações contemporâneas”.


No primeiro encontro, na sexta-feira 4 de agosto, às 19h, a curadora fala sobre “As configurações familiares e a violência simbólica de gênero”. Segundo ela, a relação de gêneros no universo da família contemporânea, que abrange discriminação e violência simbólica, física e moral, nos obriga à reflexão seguida de ação, com modificação de procedimentos arraigados pela repetição e atitudes positivas para divisão de responsabilidades parentais e conjugais.

Os debates têm entrada gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h, e são transmitidos ao vivo pelo site institutocpfl.org.br/aovivo e pela página do Instituto CPFL no Facebook (https://www.facebook.com/institutocpfl/).

O tema do encontro seguinte, na sexta-feira 11/08, é “A violência contra a mulher no âmbito familiar”, com a juíza Adriana Mello. A psicóloga Maria Cristina Werner fala sobre “Sexualidade nas diferentes configurações familiares” no dia 18 de agosto. No encerramento do módulo, a desembargadora Ivone Ferreira Caetano conversa com o público sobre “A criança na família brasileira e a discriminação racial e social”.

Confira a programação completa do Café Filosófico CPFL de agosto:

04/08 | sexta-feira | 19h

As configurações familiares e a violência simbólica de gênero (com Maria Aglaé Tedesco Vilardo, juíza de direito)

A relação de gêneros no universo da família contemporânea, que abrange discriminação e violência simbólica, física e moral, nos obriga à reflexão seguida de ação, com modificação de procedimentos arraigados pela repetição e atitudes positivas para divisão de responsabilidades parentais e conjugais. Confira mais detalhes.

11/08 | sexta-feira | 19h A violência contra a mulher no âmbito familiar (com Adriana Mello, juíza)

A violência doméstica contra a mulher ganhou visibilidade, mas apesar de ser crime e grave violação de direitos humanos, segue vitimando milhares de brasileiras, pois 38,72% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente. Confira mais detalhes. ___

18/08 | sexta-feira | 19h

Sexualidade nas diferentes configurações familiares (com Maria Cristina Werner, psicóloga)

No cenário contemporâneo, a morte do modelo familiar hegemônico fez surgir uma miríade de arranjos familiares possíveis, cada um com regras de funcionamento próprios. Os aspectos familiares que mais se modificaram foram as expressões dos afetos e da sexualidade dentro das relações conjugais e familiares. Confira mais detalhes. ___

25/08 | sexta-feira | 19h

A criança na família brasileira e a discriminação racial e social (com Ivone Ferreira Caetano, desembargadora)

Há um conceito histórico na criação dos filhos no brasil apresentado de acordo com as classes sociais, especialmente dos excluídos, tendo em vista os segmentos étnicos e sociais, levando em consideração os grupos brancos, negros e indígenas. As transformações e sedimentações da personalidade na infância dependerão do ambiente familiar e social no qual as crianças transitarem. Confira mais detalhes.

O Instituto CPFL fica na rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632, na Chácara Primavera, em Campinas.

- Crédito da foto: Rodrigo Cancela/Divulgação

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