• Da redação

Cerca de 30 holambrenses participam da Oficina de Teatro gratuita


Aquecimento vocal, preparação corporal, orientações para montagem de um espetáculo e realização de esquete foram algumas das atividades desenvolvidas na aula.


Na última terça-feira, 31 de outubro, cerca de 30 pessoas participaram da oficina de vivência teatral realizada no Centro de Cultura e Eventos pelo Governo do Estado de São Paulo com patrocínio da Harald Chocolates e apoio Cultural da FMC e da Prefeitura de Holambra. 

A professora da rede municipal Daniela Elena Costella Silva e demais profissionais do ensino que concluíram recentemente o curso “A arte de contar histórias” também participaram da atividade. Idealizado e ministrado por educadoras da cidade, a capacitação para contação de histórias faz parte de um projeto criado no ano passado e que busca incentivar o interesse de crianças e jovens pela leitura. Segundo Daniela, a oficina teatral vai contribuir com o trabalho e ajudá-la com os alunos na classe. 

“Eu vim adquirir novas experiências, até mesmo postura de como contar histórias para levar o conhecimento adquirido aqui para dentro da sala de aula”, afirmou. “É um incentivo bem significativo”. Nilcelina Ribeiro, colega de trabalho de Daniela, concorda: “A experiência aqui vai ajudar na forma de falar, de nos expressar”

Quem coordenou a oficina foi Jorge Fantini, fundador da companhia teatral campineira Sia Santa. “A gente passa aqui, através de brincadeiras e jogos, uma proposta motivacional. Motivar a ser humano, gente, a viver, a curtir como eu curto, passar um pouquinho de algo diferente, sair da ‘mesmice’, mostrar que fazer teatro é muito bom”, disse.

A aposentada Oneida Passos também participou da oficina. Ela veio de São Bernardo do Campo há cerca de um ano morar em Holambra com a filha e sempre participa das atividades oferecidas pelo município. “Minha vontade é sempre me integrar com o pessoal, fazer amizades, tô circulando”, disse.

Ela chegou a fazer um curso nesta área antes de vir para cá, mas precisou parar por causa do valor alto e da distância da casa dela. “Aqui eu desço a ciclovia e tô na minha casa. Melhor oportunidade, impossível. O social é importante. Para a gente é só acréscimo. Tudo o que vier nesse sentido é bem-vindo”,

afirmou.

Foto: Assessoria de Comunicação/Prefeitura Municipal

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