• Da redação

Trabalho Infantil


Em letras garrafais, podemos ler hoje nos jornais: “Trabalho infantil atinge 8 mi no País”. Fala- -se muito sobre o assunto que é tão importante, mas pouco se faz para melhorar tão sério problema!!!

As crianças são exploradas até mesmo pela própria família. Para que se pudesse fazer um trabalho bem feito deveríamos começar pela instrução da comunidade de como poder limitar sua prole de acordo com sua possibilidade de mantê-la. O segundo item seria a criação de centros onde fossem encaminhadas as crianças que estivessem aguardando a idade necessária para poderem trabalhar. Receberiam então diversas possibilidades de preparo.

Os meninos poderiam receber noções de pequenos trabalhos técnicos, gráficos e noções de outros assuntos que os ajudassem quando pudessem trabalhar. As meninas também poderiam receber aulas de assuntos que as ajudassem a preencher seus espaços até poderem trabalhar.


O que adianta as crianças serem proibidas de trabalhar antes de terem 13 anos e deixarmos que fiquem a perambular pelas ruas, muitas a pedir esmolas, brigar com os amigos, vender balas, chocolates e até imitarem contorcionistas diante de carros ou jogando laranjas para o alto, fazendo ginásticas para ganharem algum dinheiro?

Ficou um vazio entre o final de um período e a idade do aluno poder trabalhar. É fácil assinarmos uma lei, que por sinal é necessária, mas não se pode deixar a criançada esperando a idade pedida até poder trabalhar.

Algum tipo de trabalho, seja como aprendiz ou como contratado em funções não perigosas, mas a maioria está irregular, mesmo com até 17 anos. “Quanto à remuneração o IBGE informa que apenas ¼ das crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no país recebia alguma remuneração pela atividade que desempenhavam em 2016. A renda mensal dos pequenos trabalhadores remunerados, com 5 a 17 anos de idade foi de R$514,00 em 2016. Meninos ganham mais do que as meninas: R$532,00 e as meninas ganham R$481,00 e os que não estudavam: R$645,00. Os que estudavam ganhavam menos do que os que estudavam: R$477.00”.

No meio rural o problema ainda é maior e os pais, como muitas vezes não têm escolas onde mandarem seus filhos, os encaminham para trabalho no campo desde pequeninos. Enfim, não estamos abordando assunto desconhecido! Será que ainda vamos ver alguma solução para o caso?

Foto: Divulgação/Internet.

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