• Da redação

Mostra de arte chega à sua décima edição


Da pintura a fotografia. De esculturas aos mosaicos. Do óleo sobre tela, passando pelo pastel até aquarela. Tudo isso, contracenando com obras em cerâmica, fotografia, audiovisuais e artes urbanas.

Assim encerra hoje, às 17 horas, a 10a Mostra de Arte do Clube Fazenda Ribeirão, em Holambra. Foram expostas, deste sexta-feira, cerca de 120 obras de mais de 40 artistas.

Pela primeira vez, a exposição aconteceu do lado de fora do clube, no galpão, localizado na Alameda Maurício de Nassau, enfrente a um dos cartões postais da Cidade das Flores – uma fachada que lembra edifícios europeus, inclusive holandês (espeço que faz parte do recinto da Expoflora).

A diversidade da mostra pode ser constada nas obras da artista Renata Danicek, de São Paulo. Ela trouxe fotografia e um estudo feito da obra “Vindas da Noite”, de Van Gogh, apresentado em mosaico.


É a segunda vez que Renata expõe na mostra e artista ressalta a variedade e a qualidade dos trabalhos apresentados no evento. A artista Graci Santana, de Holambra, compartilha da mesma opinião.


Foi à primeira experiência de Graci, que trouxe obras que surpreendeu o público. Ela utiliza arte francesa, que trabalha lâminas especiais reproduzindo elemento por elemento.

O holambrense Gabriel Expedito iniciou neste ano sua participação na. Ele contou que trabalha fotografias conceituais, permitindo dois sentidos: fotografo e do observador.


As belas fotografias produzidas trataram de temas, como “A força da natureza e adoração do próprio eu”; “Afrodite Urânia e Pandemas”; “Chuva”, e o “Sonho dentro de um sonho”.

Splinter Boom, conhecido com Rob, trouxe suas charmosas peças em cerâmica, com inspiração no cotidiano do campo. O holambrense, que já participou de pelo menos umas cinco edições da mostra, ressaltou que a exposição no galpão se tornou mais social e trouxe um impacto maior ao evento. “A iniciativa do Clube aproximou, ainda mais, a população e os turistas, dos artistas que participam da mostra”.


Diversidade na idade

Porém, a diversidade não ficou restrita somente as técnicas ou formas de apresentar as obras. Juliana Olmedo, de 11 anos, fez sua estreia na mostra do Clube.Nos dois quadros ela usou a técnica aquarela, revelando um herança e dom familiar.


Isso porque, ao lado dos quadros dela estava da irmã Jéssica, de 24 anos, que já fez “tirinhas” para o JC Holambra. As meninas são incentivadas pelo pai, Fernando Olmedo, que participa pela terceira vez da mostra com quadro usando as técnicas aquarela e pastel. “Sinto-me feliz por ter minhas filhas expondo seus trabalhos”.


Aprovação

O galpão parece ter caído no gosto de quem visitou a mostra. O lugar arejado, de fácil acesso e livre circulação foi aprovado pelo público.

José Edson Rodrigues, encarregado de uma granja, conta que visitou quase todas as exposições do clube. “Aqui no galpão ficou mais bonito”, comentou.

De acordo com os organizadores, o objetivo da mostra é reunir e dar espaço aos talentos artísticos de Holambra e região; apresentar diversas linguagens artísticas; propiciar o livre acesso da população a uma exposição artística, e estimular a formação de plateias para as mais diversas artes.


Cada artista pôde inscrever até três obras, sendo que todos os trabalhos deveriam ser inéditos. A 10ª Mostra de Arte foi organizada por: Celso kuiles, Diana Vogelaar, Guus Stoltenborg, Jan Eltink, Marina Machado, Monique Segeren, Paco van der Louw e Roberto Magno.

#mostradeartes

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