• Da redação

Viva a sogra!!!



Gosto muito de escrever sobre fatos interessantes e alegres. Mas, às vezes, ouço algum caso que me impressiona muito!

Ontem, conversando com uma pessoa, ela me contou que a sogra morava com ela. Cheguei a sentir até um sentimento de carinho que essa pessoa deveria ter por ela. A prosa continuou e ela me disse: - A senhora sabe que viver com sogra é muito difícil! Então, meu marido comprou umas taboas e fez no nosso quintal um quartinho com cozinha para ela. Tem jardim e tudo! - Mas essa casinha é encostada em sua casa?- Não! Mas, é muito boa. Ela cozinha para ela e faz tudo e tem quase 90 anos e é muito esperta!

Minha Mãe Santíssima! Será que eu estava entendendo bem? Quando viu minha admiração, ela foi tratando de mudar de assunto!

Dentro de minha cabeça comecei a imaginar o “mar azul” em deveria estar vivendo essa pobre criatura! Para a nora, ela “ter jardim e tudo” será suficiente? Será que ela recebe carinho dessa nora tão “querida” ? E desse filho habilidoso que lhe fez para uma casinha de taboas?

Como não consegui ouvir o restante da história, não posso saber se o motivo dessa solução teve problemas mais importantes. Já escrevi duas vezes sobre “Os Mandamentos da sogra”.Infelizmente, nunca tive sogras. Mas, tive uma cunhada bem mais velha que meu marido, que sempre a considerei como se fosse minha sogra. Em princípio, deve-se lembrar que quem agrada sua sogra, agrada seu marido!

Em toda minha vida pude observar exemplos de sogras e outras muito diferentes! Na verdade, o ideal, é cada um ter a sua casa. Mas, na impossibilidade, o respeito e o carinho devem estar sempre presentes.

Nunca devemos tirar conclusões sem conhecer os reais motivos de muitos problemas. O convívio entre sogras, genros, sogros, noras é muito difícil!Hoje é difícil alguém poder dizer:- Minha sogra é espetacular! Já nos ajudou a criar nossos quatro filhos! Foi uma verdadeira mãe para eles! Sempre pudemos ir ao cinema, a festas, que nunca tivemos trabalho!

Enfim, conheço muitas sogras solícitas, companheiras, que sabem manter uma convivência correta e às vezes necessária na casa de seus filhos. Sou sogra, mas procuro visitar minhas filhas e genros apenas quando sou convidada, ou necessária. Telefone fixo e celular estão substituindo, como bons auxiliares, as notícias dos amigos e familiares.


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