• Da redação

Mamãe vai virar uma Estrelinha: Livro faz um alerta pela vida!



Trajetória de uma mãe para contar aos filhos que está com câncer também é um alerta voltado à importância dos exames de rotina

Há um ano, a Editora Setembro lançou o livro ‘Mamãe vai virar uma estrelinha”, título traduzido do holandês pela psicóloga holambrense Maria Gaciene dos Santos.

O livro conta a história de uma mãe que diante do diagnóstico de câncer terminal, procura uma alternativa para explicar sua doença aos seus dois filhos e, ao mesmo tempo, ampará-los. De leitura fácil, o livro pode servir de apoio a campanhas como Outubro Rosa e Novembro Azul. Dados recentes do Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam 59700 casos novos de câncer de mama para cada ano do biênio (como exemplo, 2018-2019), com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. Assim, ao ler o livro, os adultos podem encontrar saídas para contar uma situação parecida a seus pequenos leitores, mas, também, se sensibilizarão para a importância da prevenção, de dar valor à própria vida, e poderão ser incentivados a fazer os exames de rotina.

O livro


Segundo explicou Gaciene, a ideia do livro nasceu de uma necessidade pessoal: Kelli foi diagnosticada com câncer e o livro foi uma forma de contar aos filhos Arwen e Roan que, em breve, não estaria entre eles. Ao mesmo tempo, a autoria queria reforçar que o que viveram nunca seria esquecido e duraria para sempre, como as estrelas.

O livro foi escrito pela holandesa Netty van der Weijden e pela sua filha Kelli, pois “todos os livros sobre a doença terminavam com um final feliz, com o paciente se recuperando”. “Falar sobre morte não é fácil em qualquer período da vida, independente da faixa etária. Mas quando o assunto é inevitável, como abordá-lo para as crianças, principalmente quando serão afetadas com esta perda?”, resumiu Gaciene, ao destacar o objetivo principal de “Mamãe vai virar uma estrelinha”.

O livro que pode ser adquirido no site da Editora Setembro -www.editorasetembro.com.br - ou na sede do Jornal da Cidade de Holambra, por R$ 30.

A arrecadação da publicação brasileira seguirá o mesmo propósito da holandesa: será destinada a instituições que atendem pacientes com câncer. Na última semana, a primeira arrecadação foi depositada para o Centro Infantil Boldrini.


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